sexta-feira, 22 de maio de 2009

Dale Carnegie Newsbreak Vol. 1


Grandes escritores e pessoas reconhecidas mundialmente têm citado a empresa líder em treinamentos, Dale Carnegie Training, em seus livros e publicações.

Barack Hussein Obama nasceu no dia 04 de agosto de 1961 em Honolulu, Havaí. Atual presidente dos Estados Unidos da América, é também autor do Best-seller do The New York Times, Barack Obama, a origem dos meus sonhos, autobiografia aonde relembra com carinho à respeito de seu avô, os ensinamentos deixados por ele e revela um pouco sobre a fonte do conhecimento do mesmo. “Meus avós - especialmente vovô, que entrou em contato com uma grande variedade de pessoas devido ao seu negócio de móveis - lançaram-se à causa da compreensão mútua. Um velho exemplar de Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas, de Dale Carnegie, ainda está na estante dele. Cresci observando seu estilo animado e falante, atributos que vovô acreditava que o ajudavam muito com os clientes. Ele pegava os retratos da família e contava a história de sua vida ao estranho mais próximo; apertava a mão do carteiro ou contava piadinhas para as garçonetes nos restaurantes.”

E comenta também sobre a visão que seu avô tinha à respeito de seu pai. “Meu avô balançou a cabeça e se levantou da cadeira para ligar a televisão. ‘- Agora, uma coisa você pode aprender com o seu pai - disse-me ele. - CONFIANÇA. Esse é o segredo para o sucesso de um homem.”

(Trechos extraídos do livro, Barack Obama, a origem dos meus sonhos.)

Warren Edward Buffett nasceu no dia 30 de agosto de 1930 em Omaha, Nebraska. Grande investidor, homem de negócios e filantropo estadunidense, foi considerado em 2008 o homem mais rico do mundo de acordo com o ranking da revista norte-americana Forbes. Aos 8 ou 9 anos de idade descobriu na casa do avô um livro que mudaria sua vida pra sempre, ajudando Warren a fazer amigos e obter a admiração dos mesmos. Esse livro foi lançado pelo escritor norte-americano Dale Carnegie com o título: Como fazer amigos e influenciar pessoas, ao abrir o livro Warren foi fisgado logo na primeira página onde o autor dizia:

“Se você quer colher mel, não chute a colméia.” Havia 30 princípios no livro, ao todo, mas a idéia que mais fascinou Warren foi o princípio número um: “não critique, condene ou reclame” e criticar era um assunto que ele conhecia perfeitamente. O escritor falava sobre um novo estilo de vida. Warren se sentia tão inferior socialmente que precisava de algo, de uma ferramenta, que pudesse aprender uma só vez e utilizar pra sempre, sem ter que reagir deforma diferente a cada nova situação. Ao ler o livro seu coração ficou mais leve e ele logo constatou por experiências próprias e por seus próprios registros da utilização dos princípios do livro no seu dia-a-dia, “Eu tenho um conjunto de princípios.”, mas percebeu que não bastava apenas ler esses princípios, era preciso viver de acordo com eles. Dale Carnegie o ajudara a aprimorar a sua espirituosidade natural e, principalmente, a sua capacidade de persuasão. “Eu morria de medo de falar em público. Ninguém imaginava como era difícil pra mim quando eu tinha que fazer uma palestra. Ficava tão apavorado que simplesmente não conseguia. Eu até vomitava. Na verdade, organizei minha vida de modo a nunca precisar falar diante de uma platéia.” Naquela época uma turma Dale Carnegie se reunia no Rome Hotel, "Levei 100 dólares em dinheiro vivo para entregar a Wally Keenan, o instrutor, e falei: Pegue antes que eu mude de idéia. Havia uns 25 ou 30 participantes, estávamos todos simplesmente aterrorizados, mas no final acabamos ajudando bastante uns aos outros. E funcionou. Esse é o diploma mais importante que eu tenho.”

(Trechos extraídos do livro, A BOLA DE NEVE, Warren Buffett e o negócio da vida.)

Gestores falham na hora de motivar equipes na crise


Preocupadas com os resultados de curto prazo frente à crise econômica mundial e, ao mesmo tempo, empenhadas com a revisão do seu planejamento estratégico, muitas organizações deixaram de dar a devida atenção a um público essencial para garantir a superação dos resultados: os seus funcionários. E o reflexo desse descuido no ambiente de trabalho tem sido rápido, conforme mostra uma pesquisa encomendada pelo Valor à consultoria DBM, especializada na gestão do capital humano em momentos de transição.
Dos 115 executivos entrevistados em abril deste ano que atuam em pequenas, médias e grandes empresas no Brasil, 33,9% afirmam que o clima piorou por conta das reestruturações feitas diante da crise e cerca de 24% consideram que o clima piorou de uma forma geral, apesar de a companhia não ter promovido mudanças drásticas.
Outro fator revelado pela pesquisa é que, em vez de tomarem a frente do processo com garra e entusiasmo, há muitos líderes desmotivados com as dificuldades no seu negócio e que, por não conseguirem esconder da equipe tal desânimo, acabam contaminando ainda mais o ambiente. Quando perguntados se os diretores e o presidente têm transmitido entusiasmo e motivação para os seus subordinados, 27,8% dos entrevistados pela DBM julgam os esforços ineficientes para a manutenção do ambiente organizacional após a crise e 48,7% consideram regular.
Se a postura do líder é fator de inspiração, a forma como ele se comunica com a equipe é determinante para conseguir o comprometimento dos funcionários em tempos de turbulência. "Esta é a hora da verdade, em que os valores vêm à tona. É quando realmente colocamos em questão o discurso e a prática", diz a gerente da área de pesquisas organizacionais da consultoria Hay Group, Caroline Marcon.
Uma das empresas consideradas exemplo no Brasil quando o assunto é clima organizacional é a Serasa Experian. Mas isso não significa que a empresa nunca passe por períodos de tensão. Há cerca de dois anos, quando a multinacional Experian comprou a Serasa, houve momentos de grande apreensão entre os então 2,5 mil funcionários da companhia no Brasil. "O medo era que a empresa americana mudasse a nossa cultura", admite o diretor de desenvolvimento humano da empresa, Milton Pereira. Com a troca do presidente e de parte da diretoria, as inseguranças se tornaram ainda maiores.
Mas o reconhecido modelo de gestão da Serasa falou mais alto. "Eles procuraram sabiamente nos ouvir e tiveram o cuidado de manter e respeitar a nossa cultura", conta Pereira. Decisão que fazia sentido: em uma pesquisa de engajamento de pessoal feita pela Experian em mais de 30 países, a empresa brasileira despontou em primeiro lugar com o melhor clima organizacional.
Para garantir esse engajamento, algumas lições estão permanentemente na cartilha da Serasa: coesão entre os diretores e as lideranças; investimento em comunicação interna; transparência e freqüência na divulgação dos resultados; comunicar internamente antes de divulgar para fora; ênfase no desenvolvimento das pessoas e estímulo à motivação.
Quando há a necessidade de se realizar demissões para fazer frente à crise ou a uma reestruturação, alertam os especialistas, o respeito pelos colaboradores que saíram e também o cuidado com aqueles que ficaram impactam diretamente o comprometimento da equipe com os resultados futuros. E, nesse sentido, o planejamento é fundamental, reforça Karin Parodi, sócia da Career Center, empresa especializada em gestão de carreira e recursos humanos. Alguns cuidados, segundo ela, são essenciais. A comunicação das demissões deve ser feita pessoalmente, acompanhada de uma explicação clara sobre os motivos que levaram à decisão. Isso sem contar, evidentemente, o pagamento do pacote de direitos e benefícios.
E como não desanimar aqueles que continuam tocando o barco? Agindo da mesma forma, com transparência, porém trazendo as pessoas mais para perto. A Career Center dá algumas dicas: é preciso contextualizar a reestruturação e ser firme em mostrar que não acontecerão novos cortes; não fingir que nada aconteceu; reforçar o planejamento da área, metas e objetivos futuros; explicar os próximos passos; estar presente na empresa e mais próximo da equipe; e, acima de tudo, ser consistente e coerente.
Quando os funcionários conseguem entender o que está acontecendo na cadeia da economia onde a organização se insere, eles tendem a compreender as reestruturações necessárias, garante o consultor sênior de capital humano da Mercer, Willian Bull. "Se há uma comunicação clara, não é que a pessoa vai ficar satisfeita e feliz, mas ela é capaz de entender, assimilar, ultrapassar a questão pessoal e se comprometer com a empresa", diz Bull. Caso contrário, alerta o consultor, pode causar pânico e trazer desconforto.
Segundo a pesquisa da DBM, 49,6% dos 115 executivos entrevistados consideram regular e 29,6% afirmam ser insuficiente a transparência e eficácia da comunicação interna no sentido de colaborar para a manutenção do clima interno e evitar maiores ruídos em torno de possíveis- ou reais- demissões.
Se qualquer mudança significativa em uma organização - e até mesmo fora dela- tira as pessoas da zona de conforto e gera medo do desconhecido, não é difícil imaginar o tamanho do impacto da fusão dos bancos Santander e Real/ABN Amro, que uniu duas grandes instituições financeiras de perfis e culturas bastante diferentes. Do ponto de vista da gestão de pessoas, um era conhecido por sua postura mais agressiva e competitiva, enquanto o outro incentivava fortemente o lado humano e a qualidade de vida. Como a fusão aconteceu mundialmente em 2007 e a negociação no Brasil só foi aprovada em julho de 2008, os boatos, o medo e a insegurança tomaram conta do clima das duas instituições. Para piorar, em janeiro foram demitidas cerca de 400 pessoas do grupo Santander.
Apagar tal incêndio, ou ao menos reduzir as chamas, foi um desafio e tanto para a equipe de recursos humanos, que tem ainda vários obstáculos pela frente no sentido de promover a efetiva integração das culturas. "O clima ainda tem suas tensões, não é um processo que acaba tão rápido", diz o superintendente executivo de recursos humanos do grupo, Marco André Ferreira da Silva, oriundo do Real/ABN.
Cerca de 70 pessoas foram envolvidas pelo RH no levantamento e análise de mais de uma centena de temas ligados a gestão de pessoas que deveriam ser unificados ou modificados após a fusão, como benefícios, treinamentos, remuneração, inclusão e desenvolvimento de talentos. Agora, as ações começam a ser implementadas. "O objetivo desse estudo detalhado era avaliar cuidadosamente as práticas das duas instituições e adotar o que cada uma tinha de melhor", diz Ferreira da Silva.
Nos próximos meses, um novo assunto pode mexer com o clima no banco: a equalização de remunerações, salários e benefícios, trabalho que levou quase seis meses para ser concluído. Apesar dos cuidados em manter os benefícios e salários em um nível competitivo com o mercado, certamente as mudanças devem mexer com os interesses individuais dos colaboradores. "Teremos cuidado com alguma flexibilização nas escolhas, mas sempre corremos o risco de não conseguir deixar todo mundo satisfeito", avalia o executivo de RH. "Aqui não falamos de clima, e sim de engajamento. E é difícil estar em uma organização se os propósitos dela não têm significado para o indivíduo."
Os casos do "novo" Santander e da Serasa Experian são exemplos do que os especialistas em recursos humanos pregam com unanimidade: uma empresa só consegue motivar e engajar seus colaboradores se o assunto estiver na pauta do CEO. "O clima organizacional não é assunto do RH, é agenda do presidente", afirma Caroline, do Hay Group. Ela avalia que houve uma grande evolução nesse sentido: "Os CEOs estão mais preocupados em agir, investir dinheiro e tempo para melhorar a comunicação e a motivação das equipes." O que eles não podem é se esquecer disso durante a crise.

A Era da Crise

Por Minervino Neto - Diretor da Dale Carnegie Training em Brasília

Já que a crise chegou, entrou em nossas empresas e instalou-se como parte integrante, cabem as empresas agora enfrentar os desafios utilizando o seu diferencial competitivo, que são as pessoas. Eu vejo esse momento como um marco na participação das pessoas nas organizações, talvez nunca precisou-se tanto delas. É a inversão total da era industrial para o que eu chamo de era Interpessoal.
Mas como pode ser verdade isso, se justamente as pessoas são as primeiras a sofrerem com as demissões quando anunciados períodos de crise.
É necessário então resolver outra questão, ou seja, inverter o papel de problema para solução. As pessoas precisam apresentar-se para suas empresas como parte da solução para enfrentar o momento de crise. E por mais óbvio que possa parecer, muitas vezes não acontecem.
Como então fazer essa inversão no papel do empregado, e principalmente apresentar isso para a empresa?
O primeiro passo está na postura de cada profissional diante das dificuldades, a sua atitude irá influenciar todo o seu comportamento durante esse momento. Portanto, é necessário coragem e flexibilidade para enfrentar os desafios. Coragem para expor suas idéias e flexibilidade para aceitar outras. Isso é fundamental.
Outro passo é demonstrar todas as suas habilidades. E para aquelas pessoas que ainda estão na era do conhecimento, buscando novos e mais conhecimentos, esse é o momento de repensar isso, pois o conhecimento agora é pré-requisito e não diferencial. O diferencial está em utilizar as suas habilidades para transformar todo o seu conhecimento e experiências em resultados efetivos para a empresa.
E assim, entramos no passo mais importante de processo, que é o de mensuração. Sim, porque muitas vezes eu tenho o conhecimento, tenho as habilidades necessárias para transformá-la em resultados, e ainda assim as pessoas não percebem a minha contribuição.
Nesse caso, pode acontecer da empresa não ter tido “tempo” de perceber a sua importância para esse momento de crise. Então você precisa fazer isso, precisa saber mensurar, quantificar o seu trabalho, e assim apresentar o valor que você representa nesse momento.
Com isso conseguimos aproveitar a era da crise, que além de exigir a capacitação e o desenvolvimento de habilidades das pessoas, promove a extinção natural daqueles que não estão contribuindo para os resultados da empresa.
Agora, se você empresário (gestor, ou tomador de decisão) não enxerga o diferencial competitivo que tem através das pessoas, provavelmente a crise irá demitir a sua empresa.

Minervino Neto

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Workshop Encantando e Surpreendendo Clientes

No próxima dia 30 de maio, das 14 às 17hs será realizado o 1o. Workshop Encantando e Surpreendendo Clientes em Gurupi-TO. Veja os detalhes do treinamento:

Data e horário

  • Sábado, 30 de maio de 2009, das 14 às 17hs

Local

  • Auditório do CDL-Gurupi - Av. Maranhão, entre 19 e 20, No. 2429

Objetivos do workshop

  • Compreender o que é serviço de classe mundial
  • Gerenciar as atitudes que encantam e surpreendem os clientes
  • Entender os diversos perfis de clientes
  • Praticar como resolver reclamações

Público-alvo

  • Empresários
  • Gerentes de vendas, de atendimento e de operação
  • Vendedores e consultores de vendas
  • Atendentes
  • Profissionais autônomos
  • Prestadores de serviço

Investimento

  • Individual: R$ 70,00
  • Acima de 3 pessoas: R$ 63,00 (10% de desconto)
  • Acima de 10 pessoas: R$ 56,00 (20% de desconto)

Informações e inscrições

9 lições de liderança do Capitão Kirk e do Dr. Spock

Capitão Kirk e Dr. Spock, de Star Trek, são os opostos que se atraem. Atuando juntos, mostram opostos que, somados, conferem um grande exemplo de liderança. O primeiro, emocional, destemido, inventivo, intempestuoso. O segundo, lógico, racional, comedido, seguidor de padrões, nada temperamental. Esta relação centraliza um dos seriados mais populares da história e também o movie hit da estação, competentemente dirigido po J. J. Abrams, um dos criadores de Lost.

No filme, há algumas lições de liderança bem interessantes:

Seja ousado. Questione as regras. Jim Kirk fez uma alteração no software de simulação da pilotagem das naves da Frota Estelar. Com isso, foi aprovado no exame para ser capitão. O ainda não amigo Spock o condenou e Kirk foi colocado em observação. Foi este mesmo comportamento, o de procurar uma falha no sistema, que Spock utilizou posteriormente para ajudar a salvar a Enterprise. Quantas oportunidades você pode encontrar em seu negócio ao mudar algo que impede de alcançar um melhor resultado?

Esteja preparado mesmo que digam que você não está. Kirk propôs-se a fazer o exame para ser capitão em 3 anos ao invés de 4. Como era displiscente, reprovou nas provas e não foi indicado para o cargo. Mas sem dúvida, era o mais completo para a posição. Pelas contingências da guerra, acabou assumindo a posição e a sua forma de enxergar as coisas fez com com a Federação tivesse sucesso em sua empreitada. Vista-se do papel mesmo quando formalmente você ainda não o tem.

Esteja atento aos detalhes. Kirk foi único a perceber que os romulanos estavam planejando uma armadilha. E isso porque observou um pequeno detalhe nos sinais emitidos pelos inimigos. Exerça esta visão refinada e atenta aos sinais do mercado. Você poderá antecipar algum movimento e alavancar a a sua empresa.

Provoque emoções. O código da Frota Estelar determina que alguém emocionalmente abalado deve renunciar ao cargo de comandante, devido ao perigo de tomar decisões erradas. Kirk provocou Spock a ir ao extremo das emoções, de modo a renunciar o comando e permitir então que alguém mais lúcido domine a situação. Provoque e prepare sua equipe para dominar as emoções e para que saibam identificar quando não estão aptos para comandar uma situação.

Exerça a compaixão. Na iminência de destruir um inimigo, Kirk ofereceu compaixão a ele. Você fazer isso quando perceber que vai dominar um mercado, sobrepujando um concorrente. Normalmente, o derrotado acaba virando o mais fiel aliado.

Os melhores em seus lugares. A Enterprise é composta de um dream team. Somente os melhores ocupam os postos e todos têm responsabilidade. Sabem o que fazer e propõem soluções. O capitão não sabe todas as respostas, mas sabe para quem perguntar. Procure ter estas atitudes em sua empresa.

Ponha a lógica de lado, faça o que é certo. Muitas vezes, a lógica nos diz para fazer uma coisa, mas a intuição diz para fazer outra. Muitas grandes decisões saem destes momentos. Invariavelmente, a dúvida ocorre, mas sempre avalie se os danos podem ser facilmente revertidos caso não dê certo.

Audaciosamente, vá onde nunca esteve. É no limite que você poderá explorar uma nova fronteira nunca antes pensada para o seu negócio. Frequente grupos diferentes do seu. Participe de eventos que não sejam só do seu métier. Quem sabe você não acha inspiração e estabelece um novo paradigma?

Permita-se curtir. Spock é de uma raça, os vulcanos, que não expressa emoções. Curiosamente, é ele que acaba ficando com a mocinha e não o sedutor Kirk. Mas isso só aconteceu porque ele a permitiu entrar em seu mundo lógico e racional. Apesar da situação de guerra, ele se entregou. Aprenda a fazer isso também.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Dicas para atendimento ao cliente

por Cida Silva

Atender bem é o primeiro passo para conseguir fechar uma venda e, mais tarde, conquistar um cliente que vai voltar a comprar com você. Confira algumas dicas que podem ajudá-lo a fazer um atendimento impecável.


» Abordagem – Ao perceber que o cliente entrou na empresa cumprimente-o com um bocumprimente-o com um bom-dia, boa-tarde ou boa-noite. Expressões como “pois não?” e “posso ajudar?” já estão desgastadas e não estabelecem uma comunicação eficaz.

» Nome – Pergunte o nome da pessoa e se apresente para ela. Os indivíduos gostam de ter seus nomes pronunciados, e isso gera confiança e familiaridade. Dale Carnegie, escritor americano, já dizia que o nome é o som mais doce que se pode ouvir em qualquer idioma. Tratar os clientes por “bem”, “querida”, “amigo”, “doutor”, “chefia”, além de soar falso, é pouco profissional.

» Pergunte – Para descobrir o que os clientes necessitam e desejam, faça perguntas, pois somente através delas é que se cria um diálogo e se consegue as informações necessárias. Temos dois tipos de perguntas:

- Abertas: dão-nos mais informações. Geralmente, começam com expressões como “como é?”, “de que maneira?”, “me fala sobre”, “por quê?”.

- Fechadas: se o objetivo é obter respostas rápidas, deve-se usar questões fechadas, por exemplo: “Você prefere amarelo ou verde?”, “É para você ou outra pessoa?”.

» Sorria – O sorriso abre portas e também carteiras, bolsas, bolsos e, além disso, é um grande remédio. Você sabia que as pessoas bem-humoradas, que trazem no semblante um ar alegre, possuem muito mais chances de não contrair doenças? Pois quando sorrimos, liberamos substâncias responsáveis pelo bem-estar do nosso organismo. Além disso, o sorriso facilita até a cicatrização de ferimentos e ajuda na recuperação do pós-operatório.

» Atos gentis – “Por favor”, “com licença” e “muito obrigado” são expressões simples que causam um efeito gigantesco. Podemos e devemos usá-las com nossa família, ao sair de casa, com o motorista, trocador, frentista, atendente da padaria, enfim, isso facilita relacionamentos. Lembre-se de que clientes gostam de procurar e comprar de vendedores gentis e educados.

» Discussão – Jamais discuta com seus colegas de trabalho na frente de clientes. Isso vale também para gerentes, “patrões”, etc. Jamais chame a atenção de seus colaboradores diante da equipe, porque é falta de respeito, e os clientes não têm nada a ver com problemas internos das organizações.

» Despeça-se com elegância – Mesmo que o consumidor não tenha comprado, é importante tratá-lo como se estivesse levando a loja inteira, por exemplo: desejar um bom-dia, um bom fim de semana, entregar um cartão de visitas e acompanhá-lo até a saída.

Se ele comprou, você tem de agir da mesma maneira: ajudá-lo a colocar a compra no carro, agradecer pela visita e desejar um bom uso do produto ou serviço. Dizem que a primeira impressão é a que fica, porém a última marca muito mais.

» Cliente chato – Não existem clientes chatos, e sim com perfis diversos. Há os apressados, indecisos, galanteadores, piadistas, objetivos e práticos, etc. É preciso identificar o perfil de cada um e tentar adaptar o atendimento às necessidades deles.

» Atendimento interno – Para que haja um bom atendimento ao cliente externo, precisa haver um excelente atendimento à clientela interna. Clima e ambiente de harmonia, cooperação, colaboração e ajuda mútua deverão ser ingredientes essenciais. Se a equipe estiver bem motivada, isso refletirá em suas ações.

» Um dia de fúria – Em nossos treinamentos, muitos alunos nos questionam sobre maneiras de lidar com clientes irritados. Primeiramente, temos de entender por que eles se irritam conosco. Será gratuitamente? Por que são assim mesmo? Ou quando chegam a esse ponto é porque deixamos de fazer uma série de coisas que eles necessitavam, mas não tiveram suas expectativas supridas?

Assista ao filme Um Dia de Fúria com Michael Douglas ou Cada um Vive Como Quer com Jack Nicholson e talvez possa entender o motivo pelo qual o cliente fica aborrecido.

Leituras obrigatórias do gerente

Raúl Candeloro, palestrante e editor das revistas VendaMais, Motivação e Liderança, autor de vários livros e também mestre em Empreendedorismo pelo Babson College, publicou na revista VendaMais, sob o Título "Leituras obrigmpreendedorismo pelo Babson College, publicou na revista VendaMais, sob o Título "Leituras obrige de vários outros conceitos gestores. Replicamos abaixo o trecho do artigo.

-Raúl Candeloro indica: Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas, de Dale Carnegie, e A Estratégia do Oceano Azul – Como Criar Novos Mercados e Tornar a Concorrência Irrelevante, de W. Chan e Kim Renée Mauborgne.

-Marília Zanim Candeloro, editora-executiva do “Gestão em Vendas”, indica: Empresas Feitas para Vencer, de Jim Collins, e Jack Definitivo, de Jack Welch.

-Edilson Lopes, fundador da K.L.A Educação Empresarial, indica: Como Incendiar suas Vendas - Dicas de um Gerente de Vendas Arrojado para a Motivação Pessoal e de Equipes, de Frank Pacetta.

-César Frazão, palestrante em vendas, indica: Nuts! Soluções Criativas da Southest Airlines para o Sucesso Profissional e nos Negócios, de Kevin Freiberg e Jackie Freiberg.

-Luis Paulo Luppa, especialista em treinamento em vendas, indica: Gerenciando Vendedores Pit Bulls, de sua autoria.

E aqui uma frase de Goethe, para você se inspirar a começar a ler um novo livro, hoje mesmo: “Saber não é o bastante; é preciso aplicar. Disposição não é o bastante; é preciso fazer”.