quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Dale Carnegie Newsbreak Vol. 5


Cultive Relacionamentos


A Dale Carnegie Training do DF criou novos canais de comunicação, visando cultivar o relacionamento com os participantes dos nossos diversos treinamentos. Mantenha-se informado acessando nosso site, blog e vídeos publicados na internet. Relembre momentos importantes acessando as fotos dos treinamentos realizados, siga todos os passos da nossa empresa através do twitter, e adicione a empresa líder em treinamentos na sua rede de relacionamentos do orkut.

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Trabalho & Formação Profissional


Correio Brasiliense - Brasília, domingo, 16 de agosto de 2009 - Trabalho - 3


Liderança para Gestores


Um dos mitos existentes quando o assunto é liderança é que os grandes líderes já nasceram com essa característica e que não seria possível desenvolvê-la em pessoas que não tenham esse perfil. Essa crença não é verdadeira, pois qualquer gestor pode desenvolver habilidade habilidade de liderar uma equipe e, com isso, obter melhores resultados em sua vida profissional e pessoal.


Um bom líder deve ter como objetivo conseguir aumentar a produtividade de sua equipe, criar um ambiente de colaboração e melhorar a capacidade de execução dos projetos e processos. Para conseguir cumprir esses objetivos, ele pode utilizar diversas ferramentas como:


>> Aumente sua produtividade. Melhorar o uso do tempo sabendo priorizar as atividades durante o dia, fazer a delegação funcionar como um motivador de pessoas e ganho de tempo e melhorar a condução de reuniões, tornando-as mais rápidas e produtivas, são algumas das formas de melhorar a produtividade de sua equipe.


>> Crie um ambiente de cooperação. Ser habilidoso para corrigir erros de modo que não afete negativamente uma pessoa e conseguir implantar um espírito de colaboração por meio de ideias trazendo inovações é uma das melhores formas de aproveitar todo o potencial de sua equipe e que todos cooperem visando um objetivo único.


>> Melhore sua capacidade de execução. Saber dar direções claras que ajudam as pessoas entenderem como fazer melhor, melhorar suas habilidades para treinar e envolvê-las em planos práticos e funcionais são algumas das estratégias para conseguir uma melhor execução de projetos e da estratégia de sua organização.


Uma organização que consiga desenvolver em seus gestores a habilidade de liderar conseguirá melhorar os resultados, pois terá uma equipe motivada, produtiva e sempre buscando um objetivo comum. Diversas pesquisas têm demonstrado que um dos fatores para o bom desempenho de uma área está relacionado justamente ao estilo de liderança do chefe ser adquado ao perfil dos funcionários.


Uma das formas de conseguir desenvolver essas competências é buscando cursos de aperfeiçoamento profissional. A Dale Carnegie promoverá em Brasília entre 20 de agosto e 1 de outubro o Treinamento de Liderança para Gestores, que utiliza ferramentas práticas e já testadas mundialmente. Mais informações e inscrições pelo telefone (61) 3328 - 0380.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

WORKSHOP: Encantando e Surpreendendo Clientes




WORKSHOP: Encantando e Surpreendendo Clientes

Objetivos do workshop:

Compreender o que é serviço de classe mundial;

Gerenciar as atitudes que encantam e surpreendem os clientes;

Entender os diversos perfis de clientes;

Praticar como resolver reclamações.

Público-alvo:

Empresários;

Gerentes de vendas, de atendimento e de operação;

Vendedores e consultores de vendas;

Atendentes;

Profissionais autônomos;

Prestadores de serviço;

Instrutores:

Silvia Carvalho - Diretora de Treinamentos

Lemuel Silva - Trainer Internacional

Investimento:

R$ 180,00
(Graduados da Dale Carnegie tem 20% de desconto)

Data:

25/08 (terça-feira) das 19h00 às 23h00

Local:

SCN Qd. 01 Bl. C - salas 611/612
Ed. Brasília Trade Center

Informações e Inscrições:

Brasília

(61) 3328-0380

comercial@dalecarnegiedf.com.br

quinta-feira, 30 de julho de 2009

O que as empresas querem de você

Para se destacar confira quais são as competências profissionais mais valorizadas pelas empresas depois que a crise começou:


- Dupla visão. É preciso trazer resultados agora, mas sem comprometer o crescimento no futuro. Não perca a estratégia de vista.

- Inovação. Muitas soluções boas estão ao alcance dos olhos. Fique atento aos detalhes. Pense como fazer mais rápido ou mais barato.

- Dedicação. Está na hora de entregar resultados para fazer seu trabalho aparecer. Isso exige uma dose extra de dedicação.

- Liderança sem chicote. Engajar pessoas e ajudá-las a gerenciar o estresse e a ansiedade. Quatro em cada dez executivos valorizam essa competência, de acordo com a pesquisa da especialista Betania Tanure.


- Cabeça de consumidor. Estude e entenda o cliente — e o cliente do seu cliente. A melhor forma de fazer isso é por meio de parcerias.
Capacidade de decisão. Tome a melhor decisão que puder no prazo de tempo que você tem. Um profissional que decide errado vale mais do que aquele que não decide nunca.


Texto extraído da revista Você SA

Diferença entre "Foco no problema" e "Foco na solução"


Quando a Nasa iniciou o lançamento de astronautas, descobriram que as canetas não funcionariam com gravidade zero.

Para resolver este enorme problema, contrataram a Andersen Consulting, hoje Accenture. Empregaram uma década e 12 milhões de dólares.

Conseguiram desenvolver uma caneta que escrevesse com gravidade zero, de ponta cabeça, debaixo d'água, em praticamente qualquer superfície incluindo cristal e em variações de temperatura desde abaixo de zero até mais de 300 graus Celsius.


Os russos usaram um lápis...

Eles erraram feio...


Era uma vez seis cegos que moravam na Índia. Nenhum deles tinha noção do que era um elefante! Ouviram um urro e acharam que um elefante estava passando por ali. Todos correram para apalpar o animal!


• O primeiro cego esticou o braço e tocou a orelha do elefante e disse para si mesmo: O elefante é uma coisa áspera, espalhada como um tapete.
O segundo cego pegou na tromba e pensou: o elefante é uma coisa comprida e redonda. É como uma cobra gigante


• O terceiro cego pegou a perna do elefante e disse: O elefante é alto e forte, igual a uma árvore;


• O quarto cego pegou na barriga e pensou: O elefante é largo e liso como uma parede;


• O quinto cego colocou a mão em uma das presas. O Elefante é um animal duro, pontudo como uma lança - decidiu ele.


O sexto cego decepcionou-se. Pode urrar bem forte, mas esse tal de elefante é apenas uma coisinha igual a uma cordinha

• Em seguida, sentaram-se e começaram a discutir o que era um elefante, até que o dono do animal vendo toda aquela gritaria falou: “cada um de vocês está certo e cada um de vocês está errado também!”

• Um homem sozinho não consegue saber toda a verdade, só uma pequena parte. Porém se trabalharmos juntos, cada um contribuindo com a sua parte para a formação do todo, aí sim poderemos obter sabedoria.”

quinta-feira, 16 de julho de 2009

A auto-estima de nossos filhos

Uma semana depois de minha esposa e eu decidirmos começar uma família, entramos numa livraria e compramos dois livros sobre como educar filhos. Por uma série de razões os dois filhos só nasceram seis anos depois e acabamos lendo não dois, mas 36 livros. Se dependesse de teoria, estávamos preparados. Hoje eles estão crescidos e um amigo me perguntou que livros nós havíamos utilizado mais. Foi uma boa pergunta que demorei a responder. Usamos um livro só, um que educava mais os pais do que os filhos. Intitula-se 'A Auto-estima do seu filho' de Dorothy Briggs, e o título já diz tudo.

A tese do livro é como agir para nunca reduzir a auto-estima do seu filho: elogiá-lo freqüentemente , ouvir sempre suas pequenas conquistas, festejar as suas pequenas vitórias, nunca mentir ou exagerar neste intento, em suma mostrar a seus filhos seu verdadeiro valor. Ao contrário do que defendem os demais livros, não é uma boa educação, nem disciplina, nem muito amor e carinho, ou uma família bem estruturada que determinam o sucesso de nossos filhos, embora tudo isto ajude.

A sacada mais importante do livro, no nosso entender, foi a constatação que filhos já nascem com uma elevada auto-estima, e que são os pais que irão sistematicamente arruiná-la com frases como: 'Seu imbecil!', 'Será que você nunca aprende?', 'Você ficou surda?'. Jean Jacques Rousseau errou quando disse que "o homem nasce bom, mas é a sociedade que o corrompe". São os próprios pais que se encarregam de fazer o estrago.

Por exemplo: você, pai ou mãe, chega do trabalho e encontra seu filho pendurado na cadeira: 'Desça já seu idiota, vai torcer o seu pescoço'. Para Dorothy, a resposta politicamente correta seria 'Desça já, mamãe tem medo que você possa se machucar'. Primeiro porque seu filho não é um idiota, ele assume riscos calculados. Segundo são os pais, com suas neuroses de segurança, que têm medo de cadeiras.

Quando nossos dois filhos começaram a aprender a pular, entre três e quatro anos de idade, desafiava-os para um campeonato de salto a distância. Depois de algumas rodadas, seguindo a filosofia do livro, deixava-os ganhar. Ficavam muito felizes, mas qual não foi a minha surpresa quando na sétima ou oitava rodada, eles começavam a me dar uma colher de chá, deixando que eu ganhasse. Que lição de cidadania: criança com boa auto-estima não é egoísta e se torna solidária.

Eu não tenho a menor dúvida de que os problemas que temos no Brasil em termos de ganância empresarial, ânsia em ficar rico a qualquer custo que leva à corrupção, advêm de um pai ou uma mãe que nunca se preocuparam com a auto-estima de seus filhos.

Eu acho que políticos, professores e intelectuais, na maioria desesperados em se autopromover, jamais darão dar oportunidades para outros vencerem, como até crianças de três anos são capazes de fazer. A fogueira das vaidades só atinge os inseguros com baixa auto-estima.

Alguns pais fazem questão até de vencer seus filhos nos esportes para acostumá-los às agruras da vida, como se a vida já não destruísse a nossa auto-estima o suficiente.

A teoria é simples, mas a prática é complicada. Uma frase desastrada pode arruinar o efeito de 50 elogios bem dados. 'Meu marido queria que o segundo fosse um menino, mas veio uma menina'. Imaginem o efeito desta frase na auto-estima da filha. Portanto, quanto mais cedo consolidar a auto-estima melhor.

Esta tese, porém, tem seus inconvenientes. Agora que meus filhos são muito mais espertos, inteligentes e observadores do que eu, tenho que ouvir frases como: 'É isto aí Pai', 'Faremos do seu jeito, pai', tentativas bem-intencionadas de restaurar a minha abalada auto-estima.

Stephen Kanitz é pai e também administrador de empresas

Publicado na Revista Veja edição 1 650 de 3 de maio de 2000


Informações sobre o livro mencionado no artigo:

A auto-estima do seu filho
BRIGGS, Dorothy Corkille
MARTINS FONTES